
«Este investimento que estamos a fazer nas escolas é o melhor investimento que podemos fazer para combater a crise, para dar emprego, para dar oportunidades às empresas portuguesas e ao mesmo tempo investirmos naquele sector que é absolutamente fundamental para o sucesso económico do nosso país.»
Mais coisa menos coisa podemos substituir as escolas por hospitais, por barragens, por auto-estradas, por TGV, por painéis solares, por eólicas, qualquer coisa que o primeiro-ministro esteja a inaugurar, a lançar a primeira pedra, ou simplesmente a anunciar que sonhou que ia fazer.
Nada se justifica por si. As escolas pelo Conhecimento, os hospitais pela Saúde, as auto-estradas e o TGV pelas Infra-estruturas, as barragens, painéis solares e eólicas pela Energia.
É a síntese da acção do [des]governo de Sócrates. Que prometeu 150 mil empregos e conseguiu destruir muitos mais, que prometeu revolucionar a Saúde e a abandonou para sobreviver, como abandonou a Educação, está a abandonar as auto-estradas, se prepara para adiar o TGV e o mais que adiante se vai ver.
Tudo natural. Afinal, Sócrates sempre teve a mania de que percebia alguma coisa de arquitectura.
á de moura pina