24 de Janeiro de 2014

 

Hossana! Aleluia!

Canta o governo porque o défice de 2013 ficou 1748,5 milhões abaixo do teto definido pela troika. E dizem por aí que, feitas as contas, o défice se ficará pelos 5,1 por cento do PIB, ou 4,7 por cento, quem sabe se não 4,6 ou mesmo 4,4 por cento.

Que suprema felicidade!

Que genialidade!

Afinal basta acenar com uma cenoura como aos burros àqueles que não pagam nem ao fisco nem à Segurança Social porque não querem pagar – quem não paga porque não pode vai ter de pagar coimas e juras e custas e o que mais se arranjar –  para encaixar nada mais nada menos do que 1277 milhões!

O resto são trocos.

Quem trabalhou em 2013 – e se compararmos a média da população empregada nos primeiros nove meses do ano, a única disponível, com a média anual de 2012, trabalharam menos 137 mil – teve de contribuir com mais 3223 milhões do que em 2012. Uma ninharia, já se vê. Afinal, quem trabalhou teve de pagar durante todo o ano de 2013 apenas mais 716,6 euros do que em 2012. Apenas mais sensivelmente um ordenado mínimo e meio. Uma miséria de 59,72 euros por mês. A ridicularia de menos do que 2 euros por dia. Basta beber menos 4 bicas ou comer menos 10 carcaças por dia.

E ainda há quem se atreva a falar de austeridade!

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 20:09
17 de Janeiro de 2014

 

Diz o ditado. Mas quem é Deus? Quem é o menino? E quem é o borracho? Parece que o que é preciso é acreditar. Não diz o ditado, mas diz Mário Soares: «Como se sabe, a França não está nem financeira nem economicamente bem. Mas grandes culpas dessa situação cabem ao Governo Sarkozy, não a Hollande.

Mas o ano de 2014 vai mudar tudo. Os grandes dirigentes da União Europeia vão mudar e os substitutos vão ser eleitos e não escolhidos, como até agora. E, por outro lado, os Estados Unidos estão atentos e não têm nenhum interesse em que a União caia no abismo. Bem pelo contrário.

Daí que há que ter esperança no que se vai passar em França. Hollande está bem acordado e sabe o que faz.»

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 11:13
15 de Janeiro de 2014

 

A eleição de François Hollande no dia 6 de Maio de 2012 remeteu-me para a minha infância quando as velas de sebo Holland ajudavam a curar todas as maleitas: a farfalheira do bebé, a acne da Guilhermina e as gretas dos pés da vovó Simplícia. Consciente ou inconscientemente ilustrei-a com a imagem que hoje repito, mas agora já não quero saber do Martini. Talvez intuitivamente sempre tivesse achado que a dita vela pudesse ser eficaz noutras situações... Mas, convictamente, tinha uma certeza: Hollande nunca poderia ser o luzeiro que iluminaria a esquerda europeia.

Decorrido pouco mais de um ano e meio após a sua eleição, Hollande veio anunciar a sua nova política para uma «França forte»: reduzir os impostos sobre as empresas poupando na Segurança Social e cortar a despesa do Estado praticando uma política de rigor para aumentar a competitividade da economia francesa face aos seus grandes parceiros europeus. Pedro Passos Coelho não diria melhor! E Seguro também não se estivesse no poder. Ou não foi ele quem aceitou a redução dos impostos sobre as empresas enquanto se reduzem as pensões, apesar de se afirmar na oposição? E amanhã não diriam melhor, se por acaso viessem a assumir as rédeas da governação, todos os que hoje, fora dos centros do poder, proclamam defender o Estado dito social.

Não me surpreende Hollande, não me surpreende Seguro, nem me surpreendem os autoproclamados defensores do Estado dito social. O que me espanta é que, quando é cada vez mais evidente que, depois de largos anos em que pareceu encerrar em si a solução para o antagonismo força de trabalho/capital, o dito Estado social europeu se desmorona perante a vaga enorme, que sobre ele se abateu, proveniente das economias emergentes que durante anos explorou como seu sustentáculo, ainda haja quem nele queira ver o Sol que iluminará o mundo inteiro, incapaz de compreender o que entretanto aconteceu.

É um pouco como o lançador canhestro de bumerangues que, enquanto recua perante um bumerangue que contra ele investe, não é capaz de perceber que aquele bumerangue foi ele quem o lançou. Ou como alguém que procura encontrar a solução limitando-se a repetir maquinalmente o enunciado do problema. O lançador canhestro continuará a fugir até que o bumerangue finalmente o derrube, os defensores do Estado dito social, incapazes de construir uma verdadeira alternativa, continuarão a defendê-lo até que o tecto do último posto de saúde lhes caia em cima.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 18:20
10 de Janeiro de 2014

 

Dizem que o ano de 2014 começou sob o signo do consenso: Eusébio ao Panteão. E cantam-se hossanas ao Portugal glorioso que conseguiu com brilhantismo dar a volta a um resultado desfavorável frente à Coreia do Norte nesse mês longínquo de Julho de 1966 tornado presente em Janeiro de 2014.

Enaltece-se a reviravolta, mas ninguém questiona como foi possível que Portugal, decorridos apenas 25 minutos de jogo, já estivesse a perder por 0-3 perante uma equipa que nada tinha feito, nem viria a fazer, para o merecer.

Entretanto, tecem-se loas à insignificante recuperação da economia portuguesa, à parca diminuição relativa do desemprego, ao tíbio regresso aos mercados, como se fosse absolutamente natural que a economia portuguesa continuasse indefinidamente a degradar-se, que o desemprego continuasse a crescer sem limite, como se Portugal tivesse sido atraído para um qualquer buraco negro de onde era impossível sair.

Em 1966, a glória foi efémera: os dirigentes de então decidiram hipotecar uma possível vitória sobre a Inglaterra e, em troca de um prato de lentilhas, aceitaram que o jogo das meias-finais se disputasse em Wembley e não no estádio onde Portugal havia derrotado a Coreia do Norte.

Tudo indica que, em 2014, os nossos dirigentes irão hipotecar o futuro de Portugal para bem de um qualquer pirolito. Mas isso que importa? O ano de 2014 é grande. E é ano de Mundial de Futebol. Em terras de Vera Cruz. A final é no dia 13 de Julho. Se Ronaldo, o novo herói, falhar, talvez a Senhora de Fátima possa fazer um milagre e ser trasladada para o Panteão!

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 12:39
03 de Janeiro de 2014

 

O desígnio nacional é...

Escolher entre liberdade e bem-estar!

 

Independência nacional é...

Concluir o Programa de Assistência para ficar dependente dos mercados e dos investidores internacionais!

 

O lema nacional é...

Não baixar os braços: A bem da inspiração!

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:36
31 de Dezembro de 2013

 

Depois de uma quarentena e dieta violentas a que nos submeteram, estes médicos loucos dizem que em 2014 retomaremos relações com a prostituta velha que nos infectou. Entretanto, a violência continua.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:20
28 de Dezembro de 2013

 

De repente, toda a gente começou a falar da mensagem de Natal de Passos Coelho: Se a economia começou ou não a crescer e acima do ritmo da Europa;  se o emprego começou ou não a crescer e se, em termos líquidos, até ao terceiro trimestre foram criados 120 mil ou 21,8 mil novos postos de trabalho; se o desemprego tem vindo ou não a descer mês após mês, e em particular o desemprego jovem. 

De repente, toda a gente parece esquecer que Pedro Passos Coelho é primeiro-ministro desde 21 de Junho de 2011; que do segundo trimestre de 2011 até ao primeiro trimestre de 2013 foram destruídos em termos líquidos 459,8 mil postos de trabalho; 277,2 mil foi o aumento da população desempregada; mas se contarmos com o subemprego, os inactivos disponíveis ou inactivos à procura de emprego, mas não disponíveis, esse aumento foi de 436,4 mil; 146,3 mil foi o aumento do número de desempregados sem direito a subsídio de desemprego, mas esse aumento foi de 305,5 mil se considerarmos o subemprego, os inactivos disponíveis ou inactivos à procura de emprego, mas não disponíveis; a taxa de variação homologa do PIB foi de -1,4 no 3.ºT11, -2,8 no 4.ºT11, -2,4 no 1.ºT12, -3,2 no 2.ºT12, -3,6 no 3.ºT12, -3,8 no 4.ºT12, -4,1 no 1.ºT13.

De repente, toda a gente começou a discutir a composição de Nero, esquecendo que tinha acabado de atear fogo a Roma.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 07:46
23 de Dezembro de 2013

 

Enquanto o relógio das Caldas continua a sua marcha «descendente», Pauli está agora de melena ao vento, à janela de um comboio crescente ou decrescente, a ver se encontra um cozinheiro particular que, quando o relógio parar, lhe esmague os miolos com uma frigideira de ferro depois de lhe servir uma niçoise. É que o grande Draghi, do banco onde se senta, já veio dizer que o relógio da austeridade, com ou sem troika, não vai parar.

Entretanto, Marco António e Magalhães, atingidos nas virilhas, apressam-se a proclamar que o governo vai acatar o chumbo constitucional.

Do alto do Olimpo para onde subiu, Angela jura que não vai interferir nos assuntos internos de Portugal. Acredita que o vindima pode continuar.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:11
21 de Dezembro de 2013

 

É a notícia do momento: O governo descobriu que o Estado paga 700 milhões em suplementos salariais. Números redondos é o valor da convergência de pensões que o Tribunal Constitucional acabou de chumbar. Há coisas do caraças! Não são subsídios de refeição, nem trabalho extraordinário, nem despesas de outra natureza, como as ajudas de custo. O que serão? Haxixe? Marijuana? Crack? LSD? Ecstasy? Heroína? Ou cola para os sapatos?

Não há dúvida de que os funcionários públicos são uns depravados!

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:15

 

É no mínimo estranho que, quando nos aproximamos da data em que oficialmente a operação de regaste chega ao fim e o Governo e a troika se preparam para declarar «Missão cumprida, conseguimos criar um exército de desempregados, fragilizar a contratação colectiva, ridicularizar a protecção social, desvalorizar a força de trabalho, impor a precariedade e a exploração, promover a pobreza, a escravatura, a barbaria e a iliteracia como modo de vida», é no mínimo estranho, dizia eu, que um grupo de cidadãos comece um manifesto escrevendo candidamente «É tempo de defender Portugal de resgates que o empobrecem, desesperam e põem em perigo a liberdade e a democracia». Tão candidamente como eu proclamava na minha meninice «É tempo das cerejas», as cerejas que cresciam ciclicamente nas cerejeiras da minha terra e que eu adorava comer como um qualquer passarinho que não precisava de autorização de ninguém para as colher.

Porque é preciso candura para que alguém, em Dezembro de 2013, possa escrever que «É tempo de defender». Como se durante os últimos quase quarenta anos os portugueses não se tivessem cansado de ouvir dizer que era preciso defender Abril, o Estado Social, o pão, a saúde, a educação, em suma, tudo aquilo que na véspera acabara justamente de se perder.

É preciso candura e encantamento. O encantamento dos contos de fadas. Como se não houvesse passado, nem presente, e o futuro dependesse de uma qualquer fada-madrinha que, numa manhã de nevoeiro ou numa noite eleitoral, colocaria pão e algumas moedas de ouro nas meias dos portugueses. Que estão rotas, por sinal.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 08:48

 

Segundo a primeira página do DN, Paulo portas quer criar a figura do reformado do Estado em «part-time». Mas isso foi ontem. É que Paulo Portas não é uma chaleira em ebulição, é um vulcão. A esta hora já passou para a criação do morto em «part-time». Só tem uma dúvida: O que enterrar primeiro? A parte da cabeça? A parte dos pés? O lado direito ou o lado esquerdo?

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 08:48
20 de Dezembro de 2013

 

Em época de Natal, o Governo e o PS chegaram a acordo para reduzir o IRC. Apesar dos aparentes arrufos, no essencial estão de acordo: em tempo de crise, prendas só para os meninos queridos.

 

Diferente é a prenda que um grupo de cidadãos decidiu oferecer aos portugueses nesta época natalícia sempre propícia a manifestações de boa vontade: um manifesto 3D. Um remake de velhas intenções, que os promotores garantem ter realizado em 3D, mas que se afigura de comercialização difícil, porque o produto final não é de facto em 3D, mas em 4D — Dignidade, Democracia, Desenvolvimento, Defender —, e porque em tempo de crise será muito difícil encontrar o investimento necessário à construção de uma sala capaz de projectar no ecrã esta bizarra tecnologia.

 

Substancial é a prenda do Tribunal Constitucional que decretou a inconstitucionalidade da convergência das pensões provocando mais uma vez a ira do Governo, dos partidos que o apoiam, da troika, da Comissão Europeia, do FMI, que já não sabem o que fazer para impedir que treze indomáveis patifes, nem sempre de acordo, diga-se, continuem a resistir. Os únicos. Apesar de vestidos de preto, sem efeitos especiais e numa única dimensão: Defender a Constituição.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:47
17 de Dezembro de 2013

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 19:32
03 de Dezembro de 2013

 

E se ontem depois de ter falado com o meu filho pelo Skype comecei por achar que havia alguma semelhança com a situação vivida por aquele que viria a ser meu pai e por aquela que viria a ser minha mãe, há cerca de oitenta anos, rapidamente cheguei à conclusão de que a semelhança se ficava apenas pela circunstância de alguém emigrar.

Não porque há cerca de oitenta anos não havia Skype, mas porque ela viu o pai partir rumo ao Brasil e ele viu o pai partir para o Congo, em África. Eu vi o meu filho partir para um país europeu mais rico do que o meu. Ele e ela eram então duas crianças que nunca mais voltariam a ver os pais. O pai dele morreria jovem no Congo, dizem que depois de ter feito fortuna que o filho nunca chegaria a ver. O pai dela morreria velho no Brasil, onde a fortuna nunca foi suficiente para regressar. Ele e ela cresceram, casaram e tiveram sete filhos, um dos quais eu. Que agora vi não o meu pai, mas o meu filho emigrar. Que ontem já vi pelo Skype.

O futuro desconheço-o. Vivo numa terra consumida pelo fogo e tornada estéril porque o seu povo se atreveu a olhar em frente e acreditou que podia moldar o futuro. E, ao contrário daquela que viria a ser minha mãe e daquele que viria a ser meu pai, já não sou nenhum criança. Já ultrapassei os sessenta anos. Para trabalhar, sou velho. Para quem governa, sou um trapo. 

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 11:02
02 de Setembro de 2013

 

Causou uma certa perplexidade que Adriana Lopera e Elsa Almeida, na sessão Socialismo 2013, organizada pelo Bloco de Esquerda, tenham dissertado sobre o piropo. E houve até quem dissesse que era mesmo uma dissertação sem sentido até porque o artigo 181 do Código Penal já prevê a penalização do piropo.

E, no entanto, o piropo – qual chiste obsceno, ofensivo e violador – é um crime que hoje grassa impunemente na cena política portuguesa e que não é um crime que visa apenas as mulheres. É um problema que atinge todos os portugueses e que assume particular gravidade quando vivemos num país que tem como primeiro-ministro um individuo mal formado, um labrego, um carroceiro autêntico que, do alto do andaime a que se alcandorou, se baba com um sorriso comprazedor enquanto profere piropos que ferem bem fundo mais do que qualquer perfurocortante apalpão. 

Pergunto-me, com efeito, como se sentirá neste momento cada um dos 900 000 desempregados que ontem o ouviram e viram babar-se e esporrar-se enquanto perguntava: «Já alguém se lembrou de perguntar aos mais de 900 mil desempregados no país de que lhes valeu a Constituição até hoje?»

Não me venham dizer que os três meses previstos no Código Penal é pena suficiente para tamanha aleivosia.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:35
27 de Julho de 2013

 

Diz Passos Coelho que é preciso «conseguir um clima de união nacional», «não é de unidade  nacional, é de união nacional», frisou.

Qualquer semelhança não é pura coincidência. Desacreditados os partidos, Salazar viria a fundar a União Nacional, um dos pilares do Estado Novo. A oposição organizou-se em torno do MUNAF, Movimento de Unidade Nacional Antifascista e, mais tarde, no MUD, Movimento de Unidade Democrática. A União Nacional, mais tarde designada Acção Nacional Popular, só seria derrotada em 25 de Abril de 1974.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:53
25 de Julho de 2013

 

Depois da tentativa falhada de atrelar mais um burro à carroça enquanto se esforçava por convencer os portugueses de que uma carroça puxada por três burros em vez de dois passava a ser um Ferrari, Cavaco Silva deu posse a novos e velhos membros do governo tentando convencer-nos de que burros com entrolhos e com sela em vez de albarda passavam a ser cavalos.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:11
22 de Julho de 2013

 

Algo me diz que toda esta história do Compromisso de Salvação Nacional não passou de uma brincadeira de mau gosto para que Cavaco Silva pudesse andar todo sorridente de mão dada com este governo até ao fim da legislatura.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 09:24
21 de Julho de 2013

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 21:35

 

Logo, Cavaco Silva vai falar ao país, dizem que vai anunciar...

Afinal, que importa? Cavaco Silva na sua passagem de gatas pelas Selvagens disse «Bom dia!» a uma cagarra e a cagarra não lhe respondeu.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:34
16 de Julho de 2013

 

Não disse que o namoro a três, entre PSD, CDS e PS, tinha pau-de-cabeleira. Se acabar em casamento, como vai ser a noite de núpcias das três virgenzinhas? E, se não se houver casamento, terá David Justino levado no bolso uma câmara de vídeo?

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:13
11 de Julho de 2013

 

Depois da União Nacional que se propunha unir os portugueses à volta do Estado Novo, Cavaco propôs ontem a criação do Compromisso de Salvação Nacional para unir os portugueses à volta da troika.

O Compromisso de Salvação Nacional – que também se poderia chamar o Partido dos Três, pois não só resulta do acordo do PSD, PS e CDS, como se propõe retirar o pão, a saúde e a educação aos portugueses para engrandecimento da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional e assenta em três pilares fundamentais – deverá estabelecer o calendário mais adequado para a realização de eleições antecipadas e, tal como a União Nacional, tem desde já garantido um resultado eleitoral que, independentemente da participação de outros partidos no acto eleitoral, lhe vai permitir formar o governo que defenderá o «interesse nacional».

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 10:50
10 de Julho de 2013

 

Sai um burrocrata para a mesa do centro.

A democracia segue dentro de momentos.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 20:56
04 de Julho de 2013

 

Com Cavaco a assistir.

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 08:40
02 de Julho de 2013

 

Até quando permitirão os portugueses a continuação desta palhaçada?

 

á de moura pina

publicado por abrasivo às 20:39
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